Mentoria de Inglês - Carlos de Alcântara
Filipe Teixeira

Como não ficar irritado ao ensinar alguém?

24 posts neste tópico

Gente, eu estou tentando ensinar uma pessoa a resolver uma parte do cubo.

Tentei ensinar a primeira camada. A pessoa até hoje não entendeu como formar a cruz. O máximo que ela faz é um lado mas não consegue todas as vezes.

Daí ensinei alguns padrões, ela gostou muito de resolver os 6 centros trocados (M' E M E') e o xadrez (M2 E2 S2).

Daí pensei, já que ela aprendeu algorítmos simples, vou ensinar a última camada. Daí ensei o meu método 2112112 para os meios (http://cubomagicobrasil.com/forum/topic/15111-resolver-permutacao-dos-meios-com-o-algoritmo-2112112/#entry168224) e ela aprendeu a resolver qualquer configuração dos meios.

Agora to tentando ensinar a permutação dos cantos. Eu ensinei o algoritmo x (U R' U) L2 (U' R U) L2 U2 do jeito mais fácil que consegui (levando em conta o movimento da peça URB: vem vem vem, L2, vai vai vem, L2 U2;

Mas ela segue trocando tudo e TODA VEZ que acaba o algoritmo me pergunta por que os meios não estão resolvidos.

Estou muito frustrado. Como não ficar irritado?

Eu tento lembrar como eu era noob e não entendia como funcionava o cubo. Ou lembrar como era quando eu estava aprendendo um idioma e perguntava pra pessoas que eram fluentes as mesmas palavras 200 vezes. Mas mesmo assim é dificil. Eu perco a paciencia de ensinar.

E aí pessoal, sugestões?

Editado por Filipe Teixeira

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Já passei por isso. Tentei ensinar uma pessoa. Mas parece que nada entrava na cabeça dela. Desisti.

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O que funcionaria para mim em relação a isso: parar de ver a falta de resultado como culpa da pessoa. Por mais que ensinando dessa mesma forma uma outra pessoa já tenha aprendido.

Digamos que um tutorial perfeito é um tutorial que qualquer pessoa conseguiria aprender, tanto as pessoas mais geniais, quanto as pessoas mais leigas de tudo.Se o seu "tutorial" (que no caso é ensinar pessoalmente) não está sendo o suficiente para a pessoa aprender, com certeza tem algo que você pode fazer para que ela veja de uma forma diferente e aprenda mais fácil. Então eu usaria isso como um desafio para eu tentar aprender a ensinar melhor.

Imagina uma situação? Você no colégio e aparece um novo professor, que usa termos que você não entende, assume que você já sabe algumas coisas e ensina como se você soubesse de todos aqueles pré-requisitos que você não conhece tão bem como ele imagina. No fim das contas, você não consegue aprender o que precisava...

O aluno poderia se esforçar mais para tentar entender? Claro que sim, mas no caso você está como professor e não tem muito como controlar isso por ser outra pessoa. O que você tem como controlar é sua forma de ensinar, ou de despertar o interesse dela etc.

Uma coisa que pode te ajudar a ver por que ela tá se confundindo é ver exatamente a parte que ela se perde, e com isso ir analisando e vendo o que você pode estar falando que está ficando ambíguo de alguma forma, ou que não tá claro o suficiente.

Acho que colocando sempre a culpa em você vai ajudar a não se irritar com ela, e além de tudo vai te fazer melhorar a forma de ensinar, e vai te dar uma nova possibilidade de fazer com que você consiga cumprir seu objetivo. E a satisfação de ver a pessoa conseguir deve te recompensar pelo esforço. :)

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Sábias palavras.

Vou tentar melhorar meu modo de ensinar, procurar novas formas, acho que é por aí.

Abraço

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Nossa, Carlão escreveu exatamente o que eu penso, só que de uma forma muito mais bonita do que eu poderia escrever...

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A solução do cubo depende de raciocínio. E visão tridimensional. São os pre-requisitos. Repetir movimentos sem entender o que se está fazendo é só um exercício de memória mas não desenvolve o raciocínio. Quando vou ensinar alguém dou umas dicas para a cruz inicial mas é ESSENCIAL que a pessoa consiga montar um lado, sozinha, apenas obervando para onde vão as peças.

Montar a cruz e um lado completo com a primeira camada acertada é o pré-requisito básico para que, só depois, se apliquem os algoritmos para resolver o cubo. Na conclusão da primeira camada é que entra o raciocínio lógico e a visão tridimensional do cubo e a compreensão de como funciona o mecanismo desse quebra-cabeças. Como as peças se movimentam? como se agrupam? essas respostas dependem de como a pessoa consegue chegar na primeira camada. Feito isso o resto fica simples.

Outro dia me perguntaram se era difícil resolver o cubo. Respondi perguntando se era capaz de montar um lado e disseram que sim. Então disse que o mais difícil já sido feito: montar um lado pois disso depende a compreensão do mecanismo do cubo. Montar um lado com a primeira camada correta demonstra autonomia no raciocínio e visão tridimensional, essencial para se desenvolver nesse quebra-cabeças.

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A solução do cubo depende de raciocínio. E visão tridimensional. São os pre-requisitos. Repetir movimentos sem entender o que se está fazendo é só um exercício de memória mas não desenvolve o raciocínio. Quando vou ensinar alguém dou umas dicas para a cruz inicial mas é ESSENCIAL que a pessoa consiga montar um lado, sozinha, apenas obervando para onde vão as peças.

Montar a cruz e um lado completo com a primeira camada acertada é o pré-requisito básico para que, só depois, se apliquem os algoritmos para resolver o cubo. Na conclusão da primeira camada é que entra o raciocínio lógico e a visão tridimensional do cubo e a compreensão de como funciona o mecanismo desse quebra-cabeças. Como as peças se movimentam? como se agrupam? essas respostas dependem de como a pessoa consegue chegar na primeira camada. Feito isso o resto fica simples.

Outro dia me perguntaram se era difícil resolver o cubo. Respondi perguntando se era capaz de montar um lado e disseram que sim. Então disse que o mais difícil já sido feito: montar um lado pois disso depende a compreensão do mecanismo do cubo. Montar um lado com a primeira camada correta demonstra autonomia no raciocínio e visão tridimensional, essencial para se desenvolver nesse quebra-cabeças.

Eu discordo do que você disse.

Não acredito que saber resolver a cruz seja essencial para decorar algoritmos. Tanto que ela já aprendeu quase 4.

Pra cada pessoa existe uma maneira de aprender a resolver o cubo. Tem gente que você simplesmente mostra a cruz resolvida e diz, faça isso. Daí a pessoa tenta um pouco e resolve. Tem outros que você ensina todos os passos de como resolver a cruz e a pessoa acha muito difícil por ser muitas variáveis e não consegue resolver sem ajuda.

Eu acho resolver a cruz muito mais difícil do que decorar um algorítmo. Pra resolver a cruz é necessário fazer movimentos levando em conta o que já foi resolvido anteriormente, e pra cada caso é um modo diferente de resolver.

Nos algorítmos não, é só uma sequencia de movimentos pre-definidos. Por isso eu acho que pra essa pessoa que estou ensinando foi melhor começar com algorítmos.

Eu já tentei ensinar a cruz pra ela diversas vezes e ela acha muito difícil, mas os algoritmos ela está aprendendo lentamente.

Foi o modo que eu consegui fazer ela se interessar pelo cubo, vai muito da motivação da pessoa também.

A gente faz factory solve, um amigo faz o f2l, outra pessoal fazer o oll, eu faço a permutação dos cantos e essa pessoa que está aprendendo faz o epll. É bem divertido e dá um senso de realização, atiça a vontade de aprender.

Editado por Filipe Teixeira
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Teixeira, parece que você entendeu a essência da coisa toda.

Pra existir esse tipo de aprendizado, quem aprende precisa querer aprender e quem ensina precisa quere ensinar, esse é o pré-requisito.

Se quem ensina não tem todas as ferramentas necessárias, a vontade de ensinar vai mostrar o caminho pra obter essas ferramentas.

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Teixeira, parece que você entendeu a essência da coisa toda.

Pra existir esse tipo de aprendizado, quem aprende precisa querer aprender e quem ensina precisa quere ensinar, esse é o pré-requisito.

Se quem ensina não tem todas as ferramentas necessárias, a vontade de ensinar vai mostrar o caminho pra obter essas ferramentas.

Concordo com você. Mas se a pessoa não quer aprender resolver a cruz o que você vai ensinar? Eu ensinei outras coisas e ela está aprendendo.

Abraço

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De vez em quando, eu me pergunto se resolver o cubo realmente é tão fácil quanto pregamos por aí.

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De vez em quando, eu me pergunto se resolver o cubo realmente é tão fácil quanto pregamos por aí.

Qual é o conceito de fácil e qual o conceito de difícil pra galera?

Eu sempre comparo resolver o cubo com aprender a tocar um instrumento musical ou a aprenedr outro idioma.

Você pode aprender um acorde de violão ou uma música sem ser habilidoso no violão.

Ou você pode aprender uma palavra em outro idioma, ou saber ler 50% ou ser fluente.

Existem níveis de proeficiencia, que seria comparado a aprender a resolver em 2 minutos ou ser sub20 no cubo.

É muito raro alguem aprender a resolver o cubo numa sentada. É melhor aprender cada passo ao longo de dias e treinar MUITO pra pegar a prática.

Requer relativamente menos esforço resolver o cubo em qualquer tempo do que resolver em menos de 20 segundos. Por isso resolver em qualquer tempo é mais facil do que resolver em pouco tempo.

Mas resolver não é facil, pois são necessários por assim dizer, aprender acordes ou palavras e formar frases (algoritmos e movimentos intuitivos) para resolver. Mas você pode fazer isso em diferentes níveis de proeficiencia.

tl;dr = resolver rápido é mais dificil do que resolver em qualquer tempo, mas resolver em qualquer tempo pode ser considerado difícil dependendo do ponto de vista.

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Concordo com você. Mas se a pessoa não quer aprender resolver a cruz o que você vai ensinar? Eu ensinei outras coisas e ela está aprendendo.

Abraço

Se a pessoa não quer aprender eu simplesmente não ensino...

Nem todo mundo quer aprender a resolver o cubo mágico, e pode ser que, nesse seu caso, a própria pessoa nem saiba que ela não quer aprender ou não quer te falar pra não te magoar .

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Se a pessoa não quer aprender eu simplesmente não ensino...

Nem todo mundo quer aprender a resolver o cubo mágico, e pode ser que, nesse seu caso, a própria pessoa nem saiba que ela não quer aprender ou não quer te falar pra não te magoar .

Mas ela quer aprender a resolver. Só acha dificil aprender então desiste.

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Então esse é o caso que ela não quer realmente aprender, pois, quem quer de verdade, não vai desistir, uma vez que ela sabe que é possível, que tem várias pessoas que resolvem e que uma delas é uma pessoa próxima e disposta a ensinar (que seria você).

Experimenta mudar a sua didática e observar o que acontece.

Tenta explicar aqui como você tá tentando ensinar ela a fazer a cruz, quem sabe a gente consiga te ajudar.

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Antes de mais nada, já pensou em mudar o método? Se a pessoa consegue entender como mexe o cubo (e até monta uma camada sozinha), seria melhor tentar petrus (ou se a pessoa realmente não consegue aprender fórmulas, Heise), se ela só aprender por fórmulas, uma forma é ensinar como mudar a orientação de um edge quando ela está na camada U ou D ( F' R F ou F L' F'). Faz a cruz em cima nesse ajuste e depois desce com F2, U e D. Tudo depende de ajustar o método à pessoa...

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Acho que o Newbie falou uma coisa importante.

Nem todo mundo quer aprender e quem quer de verdade, se esforça pra cacete pra aprender.

Pode ser uma coisa de criança tipo "eu quero!" sem querer se esforçar.

Concordo com ele que você deve mudar a sua metodologia e observar se é uma dificuldade de aprender ou uma falta de interesse mesmo.

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É mesmo, muda a metodologia, manda ele ir assistir uns tutoriais na internet!

Editado por João Hálisson

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No início é complicado... Requer simplicidade, creio que esta é magia... quando ensino alguém acabo vendo um lado do cubo que não sabia... Então, se der pane... Recomece, uma hora a pessoa aprende (sem falar que cada um tem o seu tempo).

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Continuo a pensar sobre os pre-requisitos para se montar o primeiro lado. Tem pessoas que não conseguem usar mapas e outras tem muita dificuldade com geometria, por exemplo. Quando tive contato com o cubo pela primeira vez montei um lado em poucos minutos. A minha facilidade com matemática, principalmente com o raciocínio espacial, ajuda muito. e o uso do cubo ajuda no desenvolvimento do raciocínio lógico. Mas para ter boa desenvoltura no cubo é necessário ter o lado cognitivo bem desnvolvido no âmbito da lógica.

Foi comentado aqui na questão do aprendizado da música como comparação. Bem, eu tenho 25 anos de atividade profissional na área da música. Faço graduação em música pela universidade do estado. E em licenciatura, educação musical. Tem pessoas que não afinam, tem gente que não tem ritmo. São aquelas pessoas que batem palma fora do tempo na hora de cantar o parabens. Ensinar adultos é muito complicado pois existem bloqueios. O cognitivo, e aí não sou eu quem diz, mas Jean Piaget, psicopedagogo, deve ser desenvolvido na infância. Por isso entramos na escola tão cedo. Por isso existem escolas de educação infantil já aos poucos meses de vida. É na infancia que alguns pre-requisitos são formados, segundo Piaget.

Para entender melhor alguns dos procesos de aprendizagem, fica a sugestão abaixo, sobre psicopedagogia:

http://www1.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/53974/jean-piaget-biografia

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O que funcionaria para mim em relação a isso: parar de ver a falta de resultado como culpa da pessoa. Por mais que ensinando dessa mesma forma uma outra pessoa já tenha aprendido.

Digamos que um tutorial perfeito é um tutorial que qualquer pessoa conseguiria aprender, tanto as pessoas mais geniais, quanto as pessoas mais leigas de tudo.Se o seu "tutorial" (que no caso é ensinar pessoalmente) não está sendo o suficiente para a pessoa aprender, com certeza tem algo que você pode fazer para que ela veja de uma forma diferente e aprenda mais fácil. Então eu usaria isso como um desafio para eu tentar aprender a ensinar melhor.

Imagina uma situação? Você no colégio e aparece um novo professor, que usa termos que você não entende, assume que você já sabe algumas coisas e ensina como se você soubesse de todos aqueles pré-requisitos que você não conhece tão bem como ele imagina. No fim das contas, você não consegue aprender o que precisava...

O aluno poderia se esforçar mais para tentar entender? Claro que sim, mas no caso você está como professor e não tem muito como controlar isso por ser outra pessoa. O que você tem como controlar é sua forma de ensinar, ou de despertar o interesse dela etc.

Uma coisa que pode te ajudar a ver por que ela tá se confundindo é ver exatamente a parte que ela se perde, e com isso ir analisando e vendo o que você pode estar falando que está ficando ambíguo de alguma forma, ou que não tá claro o suficiente.

Acho que colocando sempre a culpa em você vai ajudar a não se irritar com ela, e além de tudo vai te fazer melhorar a forma de ensinar, e vai te dar uma nova possibilidade de fazer com que você consiga cumprir seu objetivo. E a satisfação de ver a pessoa conseguir deve te recompensar pelo esforço. :)

Boaa Carlos, tbm passei dificuldades com meu irmão, mas ele depois acabou esquecendo o cubo, aí nem ensinei mais.

Eu discordo do que você disse.

Não acredito que saber resolver a cruz seja essencial para decorar algoritmos. Tanto que ela já aprendeu quase 4.

Pra cada pessoa existe uma maneira de aprender a resolver o cubo. Tem gente que você simplesmente mostra a cruz resolvida e diz, faça isso. Daí a pessoa tenta um pouco e resolve. Tem outros que você ensina todos os passos de como resolver a cruz e a pessoa acha muito difícil por ser muitas variáveis e não consegue resolver sem ajuda.

Eu acho resolver a cruz muito mais difícil do que decorar um algorítmo. Pra resolver a cruz é necessário fazer movimentos levando em conta o que já foi resolvido anteriormente, e pra cada caso é um modo diferente de resolver.

Nos algorítmos não, é só uma sequencia de movimentos pre-definidos. Por isso eu acho que pra essa pessoa que estou ensinando foi melhor começar com algorítmos.

Eu já tentei ensinar a cruz pra ela diversas vezes e ela acha muito difícil, mas os algoritmos ela está aprendendo lentamente.

Foi o modo que eu consegui fazer ela se interessar pelo cubo, vai muito da motivação da pessoa também.

A gente faz factory solve, um amigo faz o f2l, outra pessoal fazer o oll, eu faço a permutação dos cantos e essa pessoa que está aprendendo faz o epll. É bem divertido e dá um senso de realização, atiça a vontade de aprender.

Concordo com vc, a cruz é realmente a mais complicada, por que os algoritimos vc só precisa decorá-los e aplica-los.

Então esse é o caso que ela não quer realmente aprender, pois, quem quer de verdade, não vai desistir, uma vez que ela sabe que é possível, que tem várias pessoas que resolvem e que uma delas é uma pessoa próxima e disposta a ensinar (que seria você).

Experimenta mudar a sua didática e observar o que acontece.

Tenta explicar aqui como você tá tentando ensinar ela a fazer a cruz, quem sabe a gente consiga te ajudar.

Concordo, quando eu resolvi aprender, em nenhum momento desisti e nunca cheguei falar que é impossível montar ou aprender um novo método, eu com 2 dias eu montei o cubo só vendo os tutoriais.

Editado por Daniel Figueira Gonçalves

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Eu ainda acho que tudo o que se refere a lógica pode ser trabalhado e alcançado inclusive, por quem não tem muita lógica, kkkk.

Mas se a pessoa não consegue entender o conceito de montar a cruz (que é colocar as peças no único lugar que soluciona o cubo) é hora de puxar o pé e refazer os primeiros passos.

Ah, e no caso dos algoritmos eu sempre encontra um pouco de dificuldade de explicar o que é giro horário e o que é giro anti-horário... no começo, até eu misturava as bolas com isso.

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