Postado Setembro 27, 2011 Lembra das “molas malucas” que desciam escadas sozinhas? Pois o físico Rod Cross demonstra algo um tanto mais bacana que elas podem fazer. Se você segurar o topo de uma mola maluca, deixando que ela se estenda, e então soltá-la, o que acontece? Ela cai, certo? Certo. Mas preste atenção na parte inferior da mola, que no vídeo acima ainda segura uma bola de tênis. Como o Coiote até perceber que já passou pelo precipício, a bola fica estática no ar! A gravidade deixou de agir sobre ela? A explicação, na continuação. A resposta é ainda mais fantástica do que anti-gravidade. Porque o conjunto como um todo, mola e bola, em verdade cai como qualquer outro objeto cai quando solto no ar. A gravidade é inexorável. Mas a parte de cima da mola mantém a parte de baixo com a bola no ar… ao cair! Como algo caindo pode manter outro algo no ar? Mais física de desenho animado? Para entender isso um pouco melhor, veja como a parte de cima da mola cai em um piscar de olhos. Ela está se acelerando mais rápido do que uma queda livre, movida tanto pela gravidade quanto pela tensão da mola. Se você soltasse uma pedra, ela demoraria mais para percorrer a mesma distância que o topo da mola. É essa aceleração mais rápida que acaba sustentando a parte inferior — incluindo a bola de tênis — parada no ar por algumas frações de segundo. De certa forma, é algo como os desenhos animados: a informação de que a parte de cima da mola foi solta leva algum tempo até chegar ao seu final. Até que isso ocorra, o centro de gravidade do conjunto cai como qualquer outro, mas na mola isso se traduz na parte inferior parada enquanto a parte superior se acelera cada vez mais rápido. Agora pense na ideia de que se um dia o Sol deixasse de existir, levaria 8 minutos até que qualquer efeito disso fosse notado. Durante 8 minutos nosso planeta orbitaria o campo gravitacional de uma estrela que não existe mais. Maluco, não? E o mais maluco é que o Sol não precisa deixar de existir para que isso aconteça. A gravidade que orbitamos é a deformação no espaço-tempo gerada há 8 minutos atrás, a luz que nos banha escapou da fornalha solar há 8 minutos atrás. O mesmo vale para todas as estrelas no céu, uma enorme coleção de molas malucas soltas no tempo que levam milhares de anos até que seu final chegue aos nossos olhos. Como o Coiote, ao percebermos isso, podemos perder o chão. Fonte: Sedentário Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Setembro 27, 2011 (editado) nú, como o cara conseguiu fazer um texto pra explicar isso? as duas pontas da mola maluca se esticam, as duas vão fazer uma força contra a deformação, como na ponta de baixo tem uma bola de tenis a força da parte inferior vai ser praticamente anulada, enquanto a de baixo vai rapidão, por que se soma com a gravidade, e por inercia, se contrai e empurra o resto pra baixo... as vezes é pq eu to com sono aqui mas eu não entendi nada desse texto (eu li antes de ver o video), o bixo dava voltas e voltas e não explicava nada.... mas o video é massa Editado Setembro 27, 2011 por Gabriel Dechichi Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Setembro 27, 2011 (editado) Muito legal!!!! Gostei pakas!!! Aonde arrumo isso carlos?? Editado Setembro 27, 2011 por Sargita Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Setembro 27, 2011 (editado) ah, não é algo misterioso.. e também não ficou legal fazer analogia com o tempo que a luz das estrelas demora para chegar na terra. Creio que sejam pontos diferentes. Tanto no video, quanto no texto, foi super-mal explicado o porque da bola permanecer no ar.. assim como o Dechichi falou também.. A parte debaixo da mola exerce uma força pra cima, a fim de 'corrigir' a deformação da mola.. A parte de cima também exerce essa força para baixo.. Desconsiderando os outros fatores, se essa mola estivesse esticada.. e fosse solta.. a parte de cima e a debaixo se encontrariam no centro da mola esticada. No esquema da bolinha, a parte debaixo não sobe, pois enfrenta a força da gravidade e também a força peso da bolinha... deixando essa parte em equilibrio com a força que ela exerce para cima (força para 'corrigir' a deformação)! Resto somente a parte de cima da mola descer, contanto com a força da mola (força para 'corrigir' a deformação)! e também o peso da mola.. fazendo-a descer mais rapido que o normal. Eu acho que é isso! Editado Setembro 27, 2011 por FelipeCruz Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Setembro 27, 2011 Assuntos muito legais, Carlos sempre com esses post informativos, valeu continua, ciencia é show. Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Outubro 21, 2011 A mola não anula a gravidade. Como o Dechichi já falou, tem a força contra a deformação da mola que, somada vetorialmente com a gravidade, exerce uma aceleração maior na parte superior da mola do que na bola de tênis, que sofre apenas a aceleração gerada pela ação da força peso, então, a parte superior da mola cai mais rápido e a parte de baixo da mola está presa na bola de tênis, que a "segura" e impede que ela suba. Obs: A força gravitacional entre dois corpos nunca é zero, independente da distância entre eles Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Outubro 22, 2011 e COMO SE VC DESSE UM PULO E QUANDO VC TIVER CAINDO ENCOLHER AS PERNAS Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Outubro 25, 2011 e COMO SE VC DESSE UM PULO E QUANDO VC TIVER CAINDO ENCOLHER AS PERNAS Se eu fizer isso eu quebro o meu joelho ! ahuauhahuauha Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Postado Outubro 29, 2011 (editado) Se eu fizer isso eu quebro o meu joelho ! ahuauhahuauha só a mola maluca pode! Editado Outubro 29, 2011 por Brendon Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites